Dia #1 - Abstenção de Mídias Audiovisuais
Olá, coelhinhos fofos e mastigáveis que leem esse blog!
Como tantas horas na minha vida foram passadas na frente de uma televisão (aproximadamente 1/6), é normal eu sofrer tanto quanto estou sofrendo, mas eu não esperava desejar a morte!😃
O que eu quero é assistir qualquer coisa que saia de uma tela, mas não é isso que eu priorizo. Eu quero muito mais descobrir quem eu sou. ❋ LERIGOU. 🌈
Ok, eu posso estar caindo na armadilha da Disney, mas estou determinada a passar por uma jornada de autodescoberta (tipo comum de perrengue burguês) para encontrar a mim mesma (tipo comum de alzheimer).
Talvez preguiça seja quem eu sou porque eu nunca senti tanto tédio na minha vida. Tive que iniciar um blog já no primeiro dia de tanto que eu não aguentei não ter nenhum estímulo audiovisual. Quem, em sã consciência, cria um blog em 2020?
Hoje, eu li "Interpretação de Sonhos" do Tarado; Freud. 👃 Eu também falei com minha irmã pelo hangouts, o pior aplicativo que já existiu, e caminhei ao pôr do sol, vestida ainda com o pijama que eu usava quando acordei (o que foi bem agradável, pra falar a verdade).
O curioso é que eu sempre achei que meu relacionamento com a internet fosse saudável. Eu não tenho Facebook (2012-2014), não tenho Instagram (2011-2013), não tenho Twitter (2015-2015) nem WhatsApp (2014-2019). Eu sabia que meu vício em audivisuais sempre me perseguiu desde criança, mas eu via a internet como excessão disso. Acontece que... não era. Eu ainda passava horas nas recomendações do YouTube com o feed infinito que não para de alimentar a curiosidade e o FOMO. Eu não sei o que tem na engenharia dos feeds que nos faz ficarmos viciados, mas eu sei que eu passava mais tempo passando os vídeos do que assistindo eles.
Claro que as mídias agora estão cada vez mais variadas, por exemplo, os podcasts chegaram pra assassinar. Fascistas ouvem fascistas 🔪, anarquistas ouvem anarquistas ⭐❤️⭐ e a gente continua nessa vibe de que o que acreditamos não é tão solitário assim, quando, na verdade, ter crenças é absolutamente sotitário. E sim, eu vou falar no plural. Você provavelmente tem esse mesmo problema.
Como tantas horas na minha vida foram passadas na frente de uma televisão (aproximadamente 1/6), é normal eu sofrer tanto quanto estou sofrendo, mas eu não esperava desejar a morte!😃
O que eu quero é assistir qualquer coisa que saia de uma tela, mas não é isso que eu priorizo. Eu quero muito mais descobrir quem eu sou. ❋ LERIGOU. 🌈
Talvez preguiça seja quem eu sou porque eu nunca senti tanto tédio na minha vida. Tive que iniciar um blog já no primeiro dia de tanto que eu não aguentei não ter nenhum estímulo audiovisual. Quem, em sã consciência, cria um blog em 2020?
Hoje, eu li "Interpretação de Sonhos" do Tarado; Freud. 👃 Eu também falei com minha irmã pelo hangouts, o pior aplicativo que já existiu, e caminhei ao pôr do sol, vestida ainda com o pijama que eu usava quando acordei (o que foi bem agradável, pra falar a verdade).
O curioso é que eu sempre achei que meu relacionamento com a internet fosse saudável. Eu não tenho Facebook (2012-2014), não tenho Instagram (2011-2013), não tenho Twitter (2015-2015) nem WhatsApp (2014-2019). Eu sabia que meu vício em audivisuais sempre me perseguiu desde criança, mas eu via a internet como excessão disso. Acontece que... não era. Eu ainda passava horas nas recomendações do YouTube com o feed infinito que não para de alimentar a curiosidade e o FOMO. Eu não sei o que tem na engenharia dos feeds que nos faz ficarmos viciados, mas eu sei que eu passava mais tempo passando os vídeos do que assistindo eles.
Claro que as mídias agora estão cada vez mais variadas, por exemplo, os podcasts chegaram pra assassinar. Fascistas ouvem fascistas 🔪, anarquistas ouvem anarquistas ⭐❤️⭐ e a gente continua nessa vibe de que o que acreditamos não é tão solitário assim, quando, na verdade, ter crenças é absolutamente sotitário. E sim, eu vou falar no plural. Você provavelmente tem esse mesmo problema.
Eu estou começando a pensar em cortar a internet completamente ou manter algo bem minimalita que literalmente corresponderia a: email ✉️, hangouts 💬 e google search 🔍. Ou seja, no mesmo dia que eu inicio o blog, seria o dia de sua morte, assim como minha conta no Twitter, que interessante.
Eu não quero ser igual a todo mundo, sabe? Eu realmente tento ir para o caminho mais personalizado e mais instintivo possível porque eu não quero me foder que nem todo mundo. Se for pra me foder, eu exijo que seja de um jeito novo e totalmente imprevisível. Eu quero ser fodida como uma mártir, eu serei Van Gogh, só que mulher 👩 lésbica 👞 mestiça 🤎 brasileira 🍌. Claro que o que eu quero ser mesmo é diferente disso, tende para um aspecto mais bonitinho e com dinheiro, mas se for para algo ruim acontecer, é o que eu tenho planejado.
Já são quase uma da manhã e eu quero ir dormir, mas amanhã, tenho mais coisas horríveis e depressivas para contar, no Dia #2. 💖



credo!
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